A Digital Favela investiu e desenhou uma nova operação, dedicada à Inteligência Artificial, à tecnologia e à criação. A Muvuka, que chega ao mercado como uma empresa de criatividade e estratégia de rua, voltada a conectar marcas ao Brasil real por meio de escuta cultural, dados proprietários e materialização criativa em sua sede, no Parque Regina.
A ideia é ocupar o espaço de traduzir cultura em estratégia de marca, criação e desenvolvimento de produtos proprietários com impacto mensurável.
Para Renan Damascena, sócio e responsável pelas frentes de estratégia e cultura, existe, atualmente, um gap claro: agências falam da rua sem escutá-la; institutos de pesquisa leem dados, mas não transformam isso em criação. “A Muvuka nasce exatamente para conectar esses pontos. Por isso, nosso posicionamento é ‘criatividade sem achismo'”, antecipa Damascena.
A operação reúne um time de quatro pessoas na liderança. Thamara Pinheiro na inovação; Renan Damascena na estratégia e cultura; enquanto Tiago Trindade e Felipe Branquinho, investidores e sócios da Digital Favela, são responsáveis pela criação. O negócio terá profissionais de diferentes áreas criativas conforme a demanda dos projetos. A proposta é funcionar como um think tank de rua, capaz de transitar entre território e mercado, cultura e negócio.
Renan Damascena, com formação em liderança e estratégia pela ESPM e Miami Ad School, construiu sua trajetória conectando cultura, criatividade e impacto social. Thamara Pinheiro é empresária, publicitária, redatora formada pela Miami Ad School e roteirista premiada.
“Somos um novo modelo de negócio criativo orientado por dados culturais reais e impacto concreto para marcas, agências, veículos e indústria musical”, conclui Renan.
Na foto de abertura desta matéria, da esquerda para a direita: Isac Matheus, Tiago Trindade, Felipe Branquinho, Thamara Pinheiro, Stheffany Santos e Renan Damascena.




















